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"É inaceitável que um cidadão seja raptado e espancado e que as autoridades não façam nada"

A Liga Guineense dos Direitos Humanos (LGDH) denunciou o rapto e o espancamento do comerciante Ussumane Baldé no passado dia 30 de dezembro como um "acto de terrorismo", e condenou, com palavras fortes a "inacção do governo", que a seu ver, se torna cúmplice destes actos. De acordo com o vice-presidente da LGDH, Bubacar Turé, a passividade do governo neste assunto "é inaceitável".


O comerciante Ussumane Baldé foi raptado e espancado quando se dirigia do centro de Bissau para a sua residência, nos arredores da capital, depois de ter questionado a forma como estava a ser anunciada a nova distribuição de lugares de venda no mercado central da capital guineense.


Escassos dias antes, a 27 de dezembro, o Presidente da Guiné-Bissau, Umaro Sissoco Embaló, inaugurou o mercado, totalmente remodelado, que tinha sido consumido por um incêndio há 16 anos, deixando ao relento os ocupantes.


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